Espetáculo


Essa é a palavra que uso para definir a NBA. Simplesmente isso.

Assista a jogos na Europa, América do Sul, no Quirguistão e afins. É um basquete. O basquete praticado nos EUA é outro.

E digo isso sem querer desmerecer o basquete europeu, tradicional e forte lá do seu jeito. Mas o basquete americano é espetacular demais, tanto que parece até ser uma variação do esporte praticada apenas nos EUA.

É difícil achar um jogador europeu que tenha a “ginga” que os americanos tem. A facilidade para fazer jogadas complicadíssimas parecerem normais, comuns e simples aos olhos de nós, meros mortais.

E nem estou citando apenas Jordan, Bird, Magic Johnson, Jabbar, Stockton e Malone. Falo de Carmelos, Chris Pauls, Rudi Gays e Kevin Loves, que ainda precisam jogar muito para serem lendas.

Para exemplificar o que digo acima, deixo os melhores momentos de janeiro na Liga.

 

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No último post desci a lenha nos estaduais. E o Alexandre e o Marco acharam que fui um pouco “exagerado”. Mas acho esses torneios inúteis mesmo.

Vide aqui em MG. Nenhum dos dois times está dando muita bola pro torneio. Pensam na Copa do Brasil. E as torcidas também. Posso dizer que, pelo menos por aqui, o estadual está passando quase despercebido.

Vide o pequeno público nas estreias de Atlético e Cruzeiro. E lembrando que já fui em jogo de campeonato mineiro, em início de temporada, contra o todo poderoso Uberlândia pra mais de 40 mil pessoas no Mineirão.

Eu estou encarando esses torneios como pré temporada. Nem estou por dentro!

Não acho que a extinção desses torneios causaria algum mal. Nem pra time pequeno. Para com essa história de que eles revelam jogadores e tal. Se o cara é bom ele aparece mais dia menos dia. Na Catanduvense ou no Grêmio.

E mais, defendo demais os times pequenos, por isso acho mais justo que eles se enfrentem e não tenham que passar vergonha ou se iludirem contra os grandes.

E nem sei porque sou tão antipático aos estaduais. Eu tinha é que valorizar esses torneios no fim das contas!

4 thoughts on “Espetáculo

  1. Esse negócio de “revelar jogadores” nem passa mais pelos pequenos. Ou grandes. Todos estão no mesmo “barco”. Agora todos os “talentos” estão com empresários. Se o garoto tem um empresário bom ele vai ter as portas abertas em grandes clubes. Caso contrário…

    Mas, e o Luxa, hein… Eu acho que ele deveria voltar ao Bragantino. E recomeçar a carreira por lá.😆

  2. Não sei não, mas as coisas caminham para o Luxa voltar para o time “preferido” do Renan, aquele que perdeu para o Tamanduá de Divinópolis ontem,rs…

    Sobre a ação dos empresários é isso mesmo, tá tudo dominado, mas de todo modo, os clubes menores só podem se desenvolver em um confronto com times maiores que eles; mas o que penso sobre estaduais está bem explícito no outro post.

    Sobre NBA: A habilidade dos estadunidenses realmente se destaca, ainda que no confronto contra os europeus, desde 1996 eles tem sofrido bem mais do que era antigamente. Mas a NBA é algo acima da média, ainda também que tenha contado com o acréscimo de bons estrangeiros (e alguns braços duros também…); será que o Kevin Love vai ficar por muito tempo no Minnessota?

  3. Deixa o “Cruz Azul” fazer um caixa. Não estão pagando em dia. O Luxa precisa reciclar sua “filoxofia”, xerto? É melhor o Bragantino, onde ele era APENAS técnico.

    Alguém viu o Neto falando que o Vasco estava FARDADO a ser campeão da Libertas? kkkk Mas o pior nem é isso, dose é ver como ele comenta pros “chegados”. Ele sempre elogia os técnicos quando escalam um reserva e este muda o jogo. Ontem aconteceu isso com o Felipão – SEP 2×1 Santos. Mas ele só ficou repetindo que o Felipão errou, que deixou o Palmeiras recuado e tal. Dois pesos???

  4. Seria melhor para o Cruzeiro, mas se o time tomar mais duas traulitadas a gritaria da mídia e da torcida deve ser grande; aí entra aquela filosofia imediatista que falamos outro dia, mas é assim que a banda toca, infelizmente. Sobre ele não ser apenas técnico a culpa também do clube que o contrata e é conivente com essa situação. Além disso o Bragantino tem o “Ferguson brasileiro”, o Marcelo Veiga que já está lá tem uns 5,6 anos.

    Sobre o boçal da Band, faço questão de não ouvir.

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