Liverpool, racismo e NBA


Nesta quinta pude acompanhar a partida do Liverpool contra o Sparta Praga, pela Europe League. Sofrível. Time sem vontade, talvez pela competição, que não é prioridade de 95% dos clubes que a disputam, talvez pela escalação de um time misto. A vitória com gol do polivalente Kuyt só veio no fim da partida.

É inegável a evolução da equipe sobre o comando de Kenny Dalglish. Mas a injeção de ânimo que a chegada de King Kenny trouxe já está se esgotando. É nessas horas que aparecem as deficiências do elenco e dos jogadores.

Um clube que pretende lutar por títulos não pode ter jogadores como Ngog, Poulsen, Maxi Rodríguez e Jovanovic. Podem ser bons jogadores para equipes pequenas/médias. Não para o Liverpool.

A limpa que os novos donos dos Reds terão que fazer passa diretamente pela contratação de jovens jogadores de qualidade. Algo que já foi feito com Carroll e Suarez, apesar do alto preço pago.

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Uma notícia que não me surpreendeu foi sobre os tumultos e os insultos racistas no clássico Olimpiakos e Panathinaikos.

O principal alvo dos torcedores foi o francês Djibril Cisse. A notícia está aqui.

Já perdi a conta de quantas vezes li notícias sobre confusões e insultos racistas em partidas na Grécia, Polônia, Turquia, Itália…

Zico disse certa vez que sua maior decepção com o futebol foi ver esse tipo de problema quando era treinador do Fenerbahce e Olimpiakos. Torcedores imitando macacos, jogando banas em campo.

Essa atitude é a que mais me enoja no ser humano. E o que mais me decepciona é que a FIFA e a UEFA, que exibem faixas e placas anti-racismo em praticamente todos os jogos não tomam nenhuma atitude.

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A “janela de transferências” da NBA encerrou-se nessa quinta e tivemos algumas trocas surpreendentes.

O armador Deron Williams trocou o Utah Jazz pelo New Jersey Nets. Williams é apontado como a principal razão do pedido de demissão do técnico Jerry Sloan, que estava no Jazz há 23 anos. Duas semanas depois ele é negociado com um dos piores times da NBA.

Outra troca surpreendente foi a ida de Kendrick Perkins dos Celtics para o Oklahoma City Thunder. Os Celtics o viam como uma promessa, esperaram 5 meses sua recuperação de uma contusão no joelho e o prepararam para assumir o lugar de Shaquille O’Neal quando estivesse bem fisicamente.

Menos de 2 meses depois dele voltar as quadras eles o negociaram. A transferência deixou surpreendidos até os comentaristas do NBA.com, que não acreditaram (mesmo) quando souberam da troca. Vai entender…

Depois deixo mais impressões sobre as trocas de último dia. O que sei é que o Thunder surge como sério candidato a Conferência Oeste, junto com San Antonio Spurs e LA Lakers.

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E para encerrar, algo mais leve. Uma foto da tenista nº1 do mundo, Caroline Wozniacki com a camisa do Liverpool. A dinamarquesa é torcedora dos Reds e fã de Gerrard, que autografou essa camisa aí:

Adoro tênis….

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